Dossie de Inclusão
Aluna:Raquel Guterres

Olá, meu nome é Raquel Guterres, trabalho em Esteio com segundo ano desde que entrei no município e vou compartilhar com vocês minha experiência com Inclusão.
No ano de 2007 tive oportunidade de ter dois alunos de inclusão na sala de aula, um menino e uma menina.
Júnior tinha 7 anos , apresentava problemas na fala e dificuldades na aprendizagem. Na sala de aula precisava de auxílio constante e as atividades que realizava eram adaptadas devido ao seu ritmo de aprendizagem ser bem diferenciado dos demais. Freqüentava o Laboratório de aprendizagem em turno inverso onde eram realizadas atividades diversificadas para auxiliá-lo no processo de alfabetização. Teve dificuldades de adaptação, mas com o tempo foi progredindo, aquele menino que era quieto e isolado, na metade do ano já aprontava algumas artes como recortar mulher de calcinha e sutiã de revista e quando pedi para ver o que era sair correndo e jogar para fora da janela, já conversava com alguns colegas e participava espontaneamente das aulas. Atividade de cópia não conseguia fazer, mas com o tempo conheceu todo o alfabeto, números até 20 e estava no nível de escrita Silábico- alfabético, lia palavras com sílabas simples.
A menina, Laura, veio de uma escola especial e naquele ano estava se adaptando a uma escola regular, imitava alunos da escola especial ao rir o tempo todo, balançava as pernas e ficava com cabeça virada para o lado esquerdo, apresentava dificuldades de relacionamento ao colocar os pés para os colegas caírem, puxava cabelos, mexia no material dos outros e quando chamava sua atenção ria como se tudo fosse uma brincadeira. Com o tempo foi percebendo que em alguns momentos que falava com ela era sério e já evitava brincadeiras que geravam conflitos com os colegas, não balançava mais as pernas e sua cabeça não ficava mais virada para a esquerda, percebeu que o modo de agir das crianças daquela escola era diferente.
Na aprendizagem não sabia escrever nem o seu nome, não conhecia o alfabeto, números e já era repetente do segundo ano.
No fim do ano conhecia em torno de 18 letras do alfabeto relacionando a pessoas e objetos significativos, conhecia alguns números e escrevia o nome corretamente. Quanto ao nível de escrita continuava Pré-silábica e não lia palavras.
A turma teve ótima aceitação com ambos os alunos e procuravam ajudá-los nas dificuldades.
Não tive ajuda de professor auxiliar na sala de aula, era bem difícil atender a turma e ao mesmo tempo dois alunos com necessidades especiais.
Uma vez por mês tinha terapia com a psicóloga da prefeitura, onde em grupo com outras colegas do município que tinham alunos de inclusão relatavam suas experiências, aprendizagens e desabafavam as dificuldades, encontrávamos umas nas outras força para continuar a jornada.
Os objetivos para estes alunos eram diferenciados e construídos em conjunto com a equipe diretiva , professora regente (eu) e a professora itinerante do CEMEI ( centro de educação municipal inclusiva), ficavam registrados em um documento chamado ACI( atividade curricular individualizada). Trimestralmente a ACI era revisada, registravam-se os avanços na aprendizagem e dificuldades destes alunos dialogando e procurando diferentes estratégias para superar as dificuldades.
Na próxima semana postarei scaneado as ACI destes alunos.
Aprendi muito naquele ano, vi o quanto foi importante todas as crianças conviver com o diferente, tanto para o relacionamento quanto para aprendizagem.
Inclusão na escola que trabalho
Procurei dados da escola que trabalho com a equipe diretiva e descobri que temos 710 alunos e 43 docentes, as etapas de escolarização são: Educação infantil, ensino fundamental e Ceja, no totalsão 8 alunos de inclusão.
O segundo ano B ( minha turma), tem um aluno que é NEE permanente, apresenta deficiência auditiva no ouvido direito, faz uso prótese e aparelho auditivo.Frequenta o CEMEI ( Cento educacional de educação inclusiva), encaminhei para o Fonoaudiólogo devido a problemas na fala e ao Psicólogo, pois devido aos sérios problemas familiares apresenta sentimento de perda e problemas de relacionamento com os colegas. Tem dificuldades de aprendizagem, mas é bem interessado em aprender e está acompanhando a turma.
No terceiro ano A tem 2 alunos de inclusão, o menino foi meu aluno no ano retrasado e é NEE temporário, apresenta Déficit de atenção, fragilidade emocional, dificuldade de linguagem e defasagem na escrita . Freqüenta o CEMEI acompanhando com Psicopedagoga e o Laboratório de aprendizagem (local na escola onde são proporcionadas diversas atividades diferenciadas das realizadas na sala de aula, com o objetivo de auxiliar estes alunos com dificuldades, realizado em turno inverso). A outra também foi minha aluna no ano retrasado, é NEE permanente, tem problema neurológico, freqüentava escola especial e faz tratamento no CEMEI e Laboratório de aprendizagem.
O terceiro ano B tem um aluno de inclusão, NEE permanente, portador de cardiopatia congênita cinnótica provocado por AVC isquêmico com infecção respiratória. Seu tratamento é com Neurologista, Cardiologista, Fonoaudiologista , entre outros.
No quarto ano A tem um aluno NEE permanente, laudo de F-49, G 40 (não sei o que são estes símbolos, a supervisora educacional me informou que servem para não deixar exposto qual é o problema do aluno). Freqüenta o CEMEI e laboratório de aprendizagem.
O quarto ano B tem dois casos, um de aluno que é NEE permanente, laudo CID F 71 “ RM” (retardo mental), seu tratamento é com Psicólogo, Psicopedagoga, Neurologista e freqüenta o laboratório de aprendizagem. O outro caso é de uma aluna com retardo mental leve ( F66), NEE permanente, trata-se com Psicopedagoga e freqüenta o laboratório de aprendizagem da escola.
Na quinta série tem um aluno com laudo CID F 70.0, freqüenta o CEMEI e o laboratório de aprendizagem da escola.
Comentário:
De acordo com as diretrizes da política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva:
“ Em todas as etapas e modalidades da educação básica, o atendimento educacional especializado é organizado no turno inverso ao da classe comum, na própria escola ou no centro especializado que realize esse serviço educacional”
“As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daqueles realizados na sala de aula comum, não sendo substitutivas a escolarização. Este atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas a autonomia e independência na escola e fora dela.”
Art terceiro parágrafo único- “ Os sistemas de ensino devem constituir e fazer funcionar um setor responsável pela educação especial, dotado de recursos humanos, materiais e financeiros que viabilizem e dêem sustentação ao processo de construção da educação inclusiva.”
Além do CEMEI (setor responsável pela educação especial do município que trabalho), temos na escola o Laboratório de aprendizagem, que atende alunos com dificuldades de aprendizagem, sendo ou não alunos de inclusão.
Parte A: Descreva quais serviços especializados existem no seu município e quantos alunos são atendidos por este serviço:
Estes dados são referentes ao mês de dezembro de 2008 (levantamento de dados mais recentes).
Em todas as escolas municipais são atendidos entre alunos Nee permanentes 126 das séries iniciais e 53 das séries finais, dos alunos Nee transitórios 390 das séries iniciais e 175 das finais, no Ceja são 112 alunos no total e Educação infantil 13.
Na escola que trabalho não há sala de recursos, mas tem Laboratório de aprendizagem.
Laboratório de aprendizagem é um espaço pedagógico existente provido de recursos didáticos adequados ao atendimento de todos os alunos que possuem necessidades especiais, sejam eles transitórios ou permanentes.
O atendimento ocorre em turno inverso ao da sala de aula, os atendimentos são em pequenos grupos, a partir da avaliação pedagógica considerando a defasagem idade-série-fase de desenvolvimento.
Objetivos deste trabalho:
*Oferecer atividades que oportunizem o aprofundamento da aprendizagem dos alunos, na medida em que lhes seja oferecido escuta e apoio para continuar construindo suas hipóteses cognitivas
* Oferecer desafios compatíveis com suas construções cognitivas, possibilitando que cada sujeito se sinta desafiado a crescer em suas hipóteses.
* Articular com assessores, orientador educacional, supervisor escolar e professores o trabalho desenvolvido no LA.
* Buscar a realização de um trabalho baseado no comprometimento de todos os profissionais envolvidos no processo, considerando-se a proposta do Projeto-político pedagógico da escola, bem como a Educação inclusiva nacional.
* Detectar a necessidade de avaliação com profissionais da saúde (em parceria com o SOE)
Em minha turma tenho 4 alunos que freqüentam o LA e encaminhei outro esta semana.
Sala de recursos
L
Este espaço ainda não está ocorrendo, estamos aguardando.
O profissional que atuará neste espaço é um professor com especialização ou formação em Pedagogia com ênfase em educação especial, ou áreas afins.
Os recursos para a implementação destas salas nas escolas vêm do MEC, da SMEE, bem como a partir da adequação da Resolução número 2 de 11 de setembro de 2001, que fala especificamente sobre inclusão de alunos portadores de necessidades especiais permanentes as escolas de rede regular de ensino.
Parte B:
Estudo de caso:
Aluno escolhido: Júnior Medeiros Silva (nome fictício)
Turma: segundo ano (minha turma)
Idade: 7 anos
Para estudar mais profundamente escolhi meu aluno Nee permanente .
Chamei a mãe do aluno para conversar sobre as dificuldades na fala e encaminhar para a Fonoaudióloga, nesta conversa descobri seu problema de audição e que é aluno Nee, também encaminhei para psicólogo devido a dificuldade de relacionamento com os colegas e descobri que vive com a mãe, viu o pai pela última vez aos 2 anos e não teve mais contato, conversa sobre a vontade de visitar cemitério, o que demonstra claramente sentimento de perda.
Fui ao CEMEI (Centro municipal de educação inclusiva) e conversei sobre o aluno, descobri que não estava fazendo acompanhamento no CEMEI porque no ano passado não apresentou dificuldades de aprendizagem, relatei que este ano está acompanhando a turma, mas apresenta algumas dificuldades quanto ao reconhecimento do alfabeto e estar no nível de escrita PS2, ou seja, não faz relação da escrita com os sons das letras.
Ainda estou observando e se continuar mais um mês neste nível de escrita vou encaminhá-lo ao Laboratório de aprendizagem para fazer uma avaliação.
A professora itinerante do CEMEI não sabe se está usando aparelho de audição, na sala de aula não o vejo com aparelho.
Tenho dificuldade de contato com a mãe, muitas vezes o menino não faz temas, mas é bem interessado em realizar as atividades propostas.
Júnior vive só com a mãe, é de classe média e tem dificuldades financeiras porque só a mãe trabalha fora como comerciante. O pai não tem contato com o menino e nem ajuda com pensão alimentícia.
Há algumas semanas atrás o encaminhei ao Laboratório de aprendizagem devido a dificuldades na escrita, ainda não reconhece diversas letras do alfabeto e está no nível de escrita Pré-silábico. Melhorou bastante quanto ao relacionamento com os colegas, já é capaz de ficar em grupos sem fazer brincadeiras inadequadas que geram conflitos.
Está freqüentando o LA todas as segundas-feiras em turno inverso. No entanto, o CEMEI ainda não enviou a professora itinerante a nossa escola para conversarmos sobre este aluno.
Atualmente não está usando aparelho auditivo, vai a Fonoaudióloga todas as terças-feiras e irá refazer exames de audição para saber se será necessário voltar a usar aparelho, estas informações foram dadas pela avó .
continuaçãoEstava olhando registros do ano anterior em que este aluno estudou na escola.
Na data de 23/10/08 estava registrado que parece ser uma criança triste e segundo a mãe, chora sem motivo aparente.
O menino continua demonstrando tristeza em alguns momentos, sente segurança para falar com professora e pedir ajuda quando necessita, com os colegas pouco fala, não interage nas atividades em grupo na sala de aula, somente na educação física em momentos como futebol, no entanto ainda agride colegas para prevalecer seu ponto de vista. Só fala com outros funcionários da escola quando solicitado, de espontânea vontade não tem iniciativa.Suas agressões aos colegas eram muitos freqüentes e atualmente são raros os momentos em que agride para resolver os conflitos que surgem.
Quanto à aprendizagem ainda não conhece todo o alfabeto e está no nível de escrita Pré-silábico, no entanto tem um excelente raciocínio lógico-matemático, faz cálculos sem usar material concreto e com rapidez. Penso que a dificuldade na escrita pode ser devido ao problema de audição, pois muitas vezes precisa visualizar meus lábios para compreender o que falo.
O que a escola está fazendo para incluir é conhecer bem este aluno e sua história para fazer os encaminhamentos necessários como Fonoaudióloga, Psicóloga, solicitar novos exames de audição para saber se precisa voltar a usar aparelho auditivo, chamar os responsáveis para saber como está sua aprendizagem e o que podem fazer para auxiliá-lo em casa, encaminhamento ao Laboratório de aprendizagem para freqüentar em turno inverso, atividades em sala de aula adaptadas de acordo com o nível de escrita que se encontra desafiando-o para progredir a outro nível de escrita. Já tive caso de aluno em que a avaliação foi diferenciada, no caso deste aluno não aconteceu no primeiro trimestre.
Sua mãe demonstra envolvimento no processo de inclusão, atualmente comparece a escola quando é solicitada, cuida da freqüência de seu filho na escola, leva-o aos atendimentos que já conseguiu como Fonoaudióloga.
Sinto que o CEMEI (Centro municipal de educação inclusiva) deveria fazer sua parte, mas é muito lento e ainda não compareceu na escola para procurar saber como está a aprendizagem deste aluno, mesmo após eu ter ido lá pessoalmente, falado que sua aprendizagem está sendo prejudicada e que preciso de apoio.
UNIDADE 6:
1.Quais as práticas pedagógicas inclusivas possíveis de serem efetivadas em sala de aula com o sujeito escolhido por você para o estudo de caso?
As práticas pedagógicas inclusivas possíveis no momento para este menino do estudo de caso são os encaminhamentos ao Fonoaudiólogo, Psicólogo e Laboratório de aprendizagem em turno inverso ao da aula. Na sala da aula realiza com meu apoio algumas atividades diferenciadas para desafiá-lo e progredir nos objetivos que ainda não alcançou.
2.De que maneira(s) a presença de alunos com NEEs no ensino comum pode contribuir para a facilitação das aprendizagens da turma como um todo?
Ambos, NEE e a turma aprendem convivendo com a diversidade, todos somos diferentes e seremos mais felizes se houver nos relacionamentos união, cooperação, ajuda mútua, respeito, solidariedade. Aprendemos com os outros ao depararmos com a diferença: diferentes pontos de vista, diferentes formas de agir diante das situações...
Enfim, se as pessoas aprendessem a lidar com as diferenças, não haveria atualmente tantos conflitos, violência e falta de união.
UNIDADE 7:
3.Que aproximações existem entre as idéias trazidas nos textos sobre avaliação e seu estudo de caso?
No texto “ Adultos com Síndrome de Down: A deficiência mental como produção social”, há a seguinte colocação:
“A avaliação válida considera a diversidade cultural e lingüística , diferenças na comunicação, nos fatores sensoriais, motores e comportamentais.”
Considero a diversidade existente entre “todos” meus alunos.
No mesmo texto, pág 23:
“A avaliação do comportamento adaptativo deve ser feita pelo uso de medidas padronizadas, existentes no Estados Unidos, mas (felizmente) sem padronização para o Brasil”.
Assim como não é padronizado a forma de avaliar o comportamento adaptativo destas pessoas com necessidade especiais referentes a habilidades do cotidiano, também não padronizo a forma de trabalhar e avaliar este aluno em todos os aspectos, em momentos em que há necessidade de mudanças procuro fazer.
4.Quais as contradições em relação ao que foi observado?
No texto “ Adultos com Síndrome de Down: A deficiência mental como produção social”, há a seguinte colocação :
“A atualidade, presentes em muitos aspectos da doutrina, a distância de quase dois séculos, resulta(...) de uma característica inalienável, ontem como hoje, da Educação Especial: A individualização do ensino entendida não como uma mera segregação metodológica do educando, mas como ajustamento de programas, procedimentos e critérios de avaliação as peculiaridades do aluno, como pessoa com desejos, aversões, interesses e inércias e como organismo biológico mais ou menos equipado de funções sensoriais e corticais...”
Poderia haver maior ajuste de programas e procedimentos para atender as necessidade de meu aluno NEE , procuro fazer minha parte como professora, mas não vejo movimento por parte do CEMEI que poderia se interessar mais em saber como está o aluno e sugerir atividades para auxiliá-lo no processo de aprendizagem.
5.Como é feita a avaliação do sujeito da pesquisa durante o ano letivo (parecer descritivo, por exemplo)? A avaliação deste aluno é por objetivos, no primeiro trimestre os objetivos foram os mesmos da turma e não houve necessidade de ser diferente, já no segundo trimestre haverá mudanças, pois não atingiu alguns, exemplo:
*Conhece todas as letras do alfabeto relacionando ao som.
Será colocado na avaliação apenas para este aluno porque os outros alunos da turma conhecem bem o alfabeto.
6.Essa avaliação dá conta das possibilidades e competências do sujeito observado?
Esta avaliação ainda não dá conta das possibilidades e competências, é uma avaliação diagnóstica, que procura perceber o que é necessário progredir para auxiliá-lo durante o processo de ensino-aprendizagem, mas de acordo com o que foi mencionado anteriormente há necessidade de maior ajuste de programas e procedimentos.
Acredito também que a avaliação deste aluno poderia ser descritiva, onde haveria maiores detalhes de informações sobre o processo de construção de conhecimento e não apenas o resultado final do que alcançou e o que não alcançou.
Comments (7)
lenise.pead@... said
at 10:31 pm on Apr 21, 2009
Oi!
lenise.pead@... said
at 10:41 pm on Apr 21, 2009
Muito bem, Raquel. evidenciaste nos dois textos clareza na exposição das idéias, embasamento teórico e envolvimento com a temática proposta em nossa interdisciplina.Acreditamos que a riqueza das informações, aqui expressadas, contribuirão em suas próximas reflexões, a serem elaboradas nas próximas unidades. Parabéns!
Profª Lenise
lenise.pead@... said
at 1:44 pm on May 20, 2009
Com relação ao estudo de caso o teu texto está bem claro e destacas algumas infromações significativas sobre a história de vida desse sujeito. O teu relato atende as solicitações da atividade proposta.
Entretanto, sobre os serviços de atendimento especializado entendo que deverias complementar a atividade informando com dados mais precisos se há em teu municipio de atuação profissional: salas de recursos nas escolas ou não; descrever quais são os profisisionias que lá atuam, sua formação e trabalho, assim como descrever que tipo de recursos materiais utilizam. Acredito que dessa forma poderás compreender melhor a abrangência de tais atendimentos na implementação de propostas de educação inclusiva. Aguardo teu retorno.
Profª Lenise
lenise.pead@... said
at 2:18 pm on Jun 14, 2009
Muito bem, Raquel o teu relato sobre o Laboratório de Aprendizagem registra a importância desse espaço para o atendimento de alunos com dificuldades para a aprendizagem. A dificuldade no atendimentoespecializado através da Sala de Recursos é uma lástima, pois impede aos alunos com NEEs de serem atendidos num espaço rico e capaz de oferecer o suporte pedagógico que eles necessitam. O registro da tua atividade atende às propostas da interdisciplina.
Porfª Lenise
Gi said
at 9:36 pm on Jun 25, 2009
Olá Raquel... Tuas complementações acerca do estudo de caso apresenta dados significativos sobre o aluno em questão, contemplando os objetivos propostos para esta unidade. Muito bem! Qualquer dúvida entre em contato. Abs, Gi
lenise.pead@... said
at 10:57 am on Jul 5, 2009
Raquel :
É necessário que acrescente ao teu dossiê de inclusão questões referentes às Unidades 6 e 7 para concluires da nossa interdisciplina EPNEEs:
10.Quais as práticas pedagógicas inclusivas possíveis de serem efetivadas em sala de aula com o sujeito escolhido por você para o estudo de caso?
11. De que maneira(s) a presença de alunos com NEEs no ensino comum pode contribuir para a facilitação das aprendizagens da turma como um todo?
12. Que aproximações existem entre as idéias trazidas nos textos sobre avaliação e seu estudo de caso?
13. Quais as contradições em relação ao que foi observado?
14.Como é feita a avaliação do sujeito da pesquisa durante o ano letivo (parecer descritivo, por exemplo)?
15. Essa avaliação dá conta das possibilidades e competências do sujeito observado?
estamos noaguardo
Profª Lenise
Gi said
at 1:06 pm on Jul 8, 2009
Raquel... Teus relatos contemplam os objetivos propostos neste eixo!
Para refletir:
“Certamente, um professor que engendra e participa da caminhada do saber "com"seus alunos consegue entender melhor as dificuldades e as possibilidades de cada um e provocar a construção do conhecimento com maior adequação (MANTOAN, 2003, p. 77).”
Um abraço, bom final de semestre e até o próximo! Gi
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